
Podemos verificar que as concepções de educação e de currículo definem os modelos de avaliação a serem adotados buscando uma harmonização com os padrões de qualidade enunciados pelo Ministério da Educação.
No que tange a EAD não há um modelo único, sendo que a natureza do curso e as reais condições do cotidiano e necessidades dos estudantes são os elementos que irão definir a melhor tecnologia e metodologia a ser utilizada, bem como a definição dos critérios de avaliação.
Dessa forma, o projeto político pedagógico deve apresentar claramente sua opção epistemológica de educação, de currículo, de ensino, de aprendizagem e do perfil do estudante que deseja formar, definindo a partir daí como se desenvolverão os processos de produção do material didático e, sobretudo de avaliação, delineando princípios e diretrizes que alicerçarão o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem.
A opção epistemológica é que norteará toda a proposta de organização do currículo e seu desenvolvimento sendo que a organização em disciplina, módulo, tema e área refletem a escolha feita pelos sujeitos envolvidos no projeto. É importante que a avaliação e os instrumentos a serem utilizados sejam coerentes com a opção teórico-metodológica definida no projeto pedagógico e, no caso da EAD, é importante que privilegiem a interação e a produção coletiva de conhecimento.
A concepção de educação, currículo e avaliação dependem dos princípios metodológicos, epistemológicos e políticos explicitados no projeto pedagógico e que, a meu ver, devem privilegiar os aspectos científico, cultural, ético, estético, didático-pedagógico e motivacional bem como sua adequação aos estudantes e às tecnologias de informação e de comunicação.
A avaliação deve ser entendida como algo onde todos os sujeitos do processo de ensino e aprendizagem estão envolvidos e não como algo isolado. Dessa forma, é possível concebermos uma perspectiva de avaliação marcada pela lógica da inclusão, do diálogo e da construção da autonomia, da mediação, da participação, da construção da responsabilidade com o coletivo. Tal perspectiva de avaliação alinha-se com a proposta de uma educação mais democrática e inclusiva que considera as infindáveis possibilidades de realização de aprendizagens por parte dos acadêmicos.
No que tange a EAD não há um modelo único, sendo que a natureza do curso e as reais condições do cotidiano e necessidades dos estudantes são os elementos que irão definir a melhor tecnologia e metodologia a ser utilizada, bem como a definição dos critérios de avaliação.
Dessa forma, o projeto político pedagógico deve apresentar claramente sua opção epistemológica de educação, de currículo, de ensino, de aprendizagem e do perfil do estudante que deseja formar, definindo a partir daí como se desenvolverão os processos de produção do material didático e, sobretudo de avaliação, delineando princípios e diretrizes que alicerçarão o desenvolvimento do processo de ensino e aprendizagem.
A opção epistemológica é que norteará toda a proposta de organização do currículo e seu desenvolvimento sendo que a organização em disciplina, módulo, tema e área refletem a escolha feita pelos sujeitos envolvidos no projeto. É importante que a avaliação e os instrumentos a serem utilizados sejam coerentes com a opção teórico-metodológica definida no projeto pedagógico e, no caso da EAD, é importante que privilegiem a interação e a produção coletiva de conhecimento.
A concepção de educação, currículo e avaliação dependem dos princípios metodológicos, epistemológicos e políticos explicitados no projeto pedagógico e que, a meu ver, devem privilegiar os aspectos científico, cultural, ético, estético, didático-pedagógico e motivacional bem como sua adequação aos estudantes e às tecnologias de informação e de comunicação.
A avaliação deve ser entendida como algo onde todos os sujeitos do processo de ensino e aprendizagem estão envolvidos e não como algo isolado. Dessa forma, é possível concebermos uma perspectiva de avaliação marcada pela lógica da inclusão, do diálogo e da construção da autonomia, da mediação, da participação, da construção da responsabilidade com o coletivo. Tal perspectiva de avaliação alinha-se com a proposta de uma educação mais democrática e inclusiva que considera as infindáveis possibilidades de realização de aprendizagens por parte dos acadêmicos.
Olá, Edmar!
ResponderExcluirMuito boas suas colocações sobre EAD.Estou cursando a mesma Pós-graduação em Educação a Distância que você apresenta em seu currículo.
Entender a avaliação para essa modalidade de ensino é fundamental à realização de um bom trabalho e atendimento ao público alvo a que se destina.
Abraços...